quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Marcas de luxo aderem ao e-commerce




O e-commerce no segmento do luxo ganha cada vez mais relevância. Hoje, são evidentes e inúmeras as oportunidades para esse mercado na internet. Apesar de ter uma demanda bem maior nos Estados Unidos e Europa, o Brasil vem aumentando sua presença online com diversas marcas nacionais aderindo a esse formato.
Nos Estados Unidos e Europa, grifes como Ralph Lauren, Tiffany&Co., Louis Vuitton, Gucci, Prada, Armani e outras, há alguns anos, aderiram ao comércio eletrônico e vêm obtendo êxito. A Ralph Lauren, além do mercado americano, já possui loja online em nove países da Europa, Japão e, em breve, atenderá também a Coréia.
No Brasil, o e-commerce se amplia em segmentos como moda e acessórios, decoração e homeware. A Trousseau, especializada em homeware, por exemplo, tem mix de produtos oferecidos na internet que apresenta o mesmo requinte de suas lojas físicas. Pode-se comprar desde um sabonete à sua luxuosa linha de lençóis em algodão egípcio. A renomada boutiqueMares Guia, loja multimarcas que reúne moda feminina de grifes de luxo, também possui ambiente de compras online, onde pode-se encontrar peças como saias, casacos ou, até mesmo, vestidos para festas.
Boutique Daslu, um ícone no segmento do luxo no Brasil, desde os tempos áureos sob o comando de Eliana Tranchesi já apostava no comércio digital. Sua loja online disponibiliza itens da Daslu Casa, linha de homeware da grife, além de peças de roupa feminina, masculina, teen e bebê. De olho no público masculino, a grife Sergio K. também tem na internet peças-chave de suas coleções, como as cobiçadas pólos, camisas e sapatos da grife.
No site da dinamarquesa Bang&Olufsen, referência na produção de televisores, sistemas de som, caixas acústicas e produtos multimídia pode-se encontrar produtos como aparelhos de som, caixas acústicas e acessórios da marca. Admiradoras dos icônicos sapatos da grife Schutz também podem vivenciar experiências adquirindo seus produtos online. Sapatos, sandálias e bolsas estão entre os itens comercializados ali. Já o segmento de joias não ficou de fora. Grifes exclusivas comoSilvia FurmanovichJack Vartanian e Carla Amorim também proporcionam a seus clientes online algumas peças de suas coleções.
O segmento de beleza e cosméticos é fortemente presente na internet. A Sephora, maior rede de produtos de beleza do mundo e que desde 2010 adquiriu o portal brasileiro Sacks, aposta na venda de produtos de beleza das melhores e mais desejadas marcas do mundo, como Chanel, Dior, Salvatore Ferragamo e outras, além de uma marca própria, a Sephora Collection. Também forte no segmento, o website ShopLuxo, que pertence à rede de lojas Suil, composta por Calèche, Vent Vert e Suil Parfumerie, aposta na venda de cosméticos de grifes desejadas.
Com uma proposta mais exclusiva, o site Umimo tem foco no mercado do luxo e premium, e une elegância e beleza com produtos de marcas prestigiosas. A prestigiosa grife Chanel já está no e-commerce brasileiro, disponibilizando a seus clientes itens de sua linha de beleza, como maquiagens, perfumes masculinos e femininos, esmaltes e outros.
O e-commerce de luxo no Brasil recebeu, em agosto deste ano, uma grife tentadora: a francesaLouis Vuitton, uma das mais desejadas e copiadas do mundo. Disponível para todo o país, a loja online da grife oferece produtos das linhas feminina e masculina de desejados acessórios, como suas icônicas bolsas, malas de viagem, óculos, cintos, lenços, relógios e sapatos. A LV online é uma forma de atender a seus consumidores residentes de cidades que ainda não possuem loja física da marca, além de poderem comprar produtos, por exemplo, para presentear alguém, o que online certamente lhes proporcionará uma economia de tempo. Afinal, ter tempo tornou-se um dos principais objetos de luxo do mundo contemporâneo.
Muitas marcas de luxo temiam que a venda pela internet afetasse sua aura de exclusividade, além de certo receio em provocar uma possível banalização das mesmas. No entanto, existe uma demanda do próprio consumidor pelos endereços eletrônicos das marcas de luxo. Para as marcas o maior desafio é, no mundo digital, oferecer a seu consumidor todo o luxo e experiência de compra já oferecidas em suas lojas físicas. É imprescindível investir em tecnologia, logística e uma comunicação eficaz entre a loja online e seu cliente. Um layout simples e elegante aliado a um atendimento de qualidade e agilidade de entrega certamente colaborarão para o sucesso da marca na internet. Os produtos de luxo já trazem em si o alto valor agregado, porém a percepção deste também é fortalecida no momento de experiência da compra. Vale lembrar que muitos consumidores utilizam a loja digital para se atualizar das novidades e conhecer peças de coleções novas, podendo decidir efetuar a compra pela internet ou até mesmo ir a uma loja da grife.

7 Padaraias Imperdiveis em SÃO PAULO

Pensando nos apaixonados por pães e naqueles que gostam de dar uma incrementada no cardápio do dia, o Guia da Semana separou uma lista com 7 padarias imperdíveis de São Paulo. Confira e já imagine o cheiro desses pãezinhos assando!
Localizada na Rua Wizard, na Vila Madalena, a Le Pain Quotidien é umas das filiais paulista de uma rede de padarias Bélgica que só produz pães de forma artesanal, com farinha orgânica, moldado a mão e assado em forno de pedra. Além da marca registrada dos pães orgânicos, o destaque vai para o pão de queijo e os croissants.
Créditos: Mário Rodrigues
Inaugurada em 2010, a Marie-Madeleine, da chef Izabel Pereira, traz receitas artesanais com uma farinha importada diretamente da França. Entre os destaques, o croissant amanteigado. Além de padaria, o local abriga também uma cozinha-ateliê para cursos de gastronomia, um espaço para eventos exclusivos e um pequeno empório.
Aberta 24 horas por dia, a padaria da Rua Estados Unidos agrada não só pela sua grande variedade de pães, como também pela sua grande seção de doces e opções de queijos e frios. Durante o inverno, o local serve um buffet de sopas no andar superior conhecido por formar grandes filas pela escada.
Fundada em 2007, a PÃO - Padaria Artesanal Orgânica serve apenas pães produzidos com farinha 100% integral, fermento natural, água mineral e sal importado do Himalaia. Enquanto o cliente faz seu pedido ou faz um lanche no local, é possível assistir a produção dos pães. O destaque vai para o pão de queijo feito com receita francesa e o bolo de chocolate com 70% de cacau belga.
Com os pães já conhecidos por quem frequenta os restaurantes Le Vin, a Boulangerie oferece opções pequenas e grandes de diferentes tipos de pães, como a baguete, o croissant e as ciabattas. Para os fãs de doce, vários sabores de macarons ficam à vista na vitrine do balcão.
24 horas, a padaria oferece uma enorme variedade de pães em um amplo espaço que conta com uma varanda bastante agradável para os dias de verão. Com um balcão de sushis, sashimis e sanduíches, a St. Etienne conta também com uma adega, confeitaria e espaço para restaurante. Destaque para o dourado pão de abobrinha e queijo prato.
Nos moldes de uma boulangerie francesa, a Quartier du Pain oferece receitas produzidas com farináceos alemães. Sua mistura com brasserie, tipo de restaurante francês mais descontraído, todos os pratos da casa harmonizam com as receitas de pães. Na sessão de doces, destaque para o tartelette de chocolate e o mini pudim de leite.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Submarino privê

Embarcações para passear pelo fundo do mar são o novo brinquedo para quem já tem iate, helicóptero e um supercarro na garagem

Por quase dois anos, uma equipe de dezoito pessoas, a maior parte delas engenheiros, trabalhou para tirar do papel um dos mais espaçosos submarinos de uso privado já produzidos. Com capacidade para cinco viajantes, a primeira unidade do C-Explorer 5, anunciado em 2010 pela empresa holandesa U-Boat Worx, foi entregue em setembro do ano passado. Desde então, mais duas foram vendidas, com cifras a partir de 1,9 milhão de euros. Os preços variam de acordo com os requintes de cada encomenda, entre os quais a que profundida dese deseja submergir — o máximo é 300 metros (quase 100 além do recorde mundial de mergulho livre, de 214 metros). Pressurizada e inteira deacrílico, a cabinedo C-Explorer 5 permite vista privilegiada para os corais, a fauna marinha e outras maravilhas do oceano inacessíveis para quem boia na superfície. É o trunfo dessa nova categoria de brinquedos, favorita de quem já adquiriu barco, helicóptero, moto, sem contar o básico supercarro. É o caso do multimilionário inglês Richard Branson, fundador da gravadora Virgin, que encomendou em 2010 um modelo de três lugares à empresa americana Hawkes Ocean Technologies.
“Quem compra um submarino tem espírito explorador, busca sempre mais”, diz Erik Hasselman, gerente de marketing e vendas da U-Boat Worx. Ele estima que existam apenas dez modelos particulares circulando algumaspoucas léguas pelos oceanos (movidos a bateria, muitos deles têm fôlego para cerca de vinte horas de passeio). Essa é uma indústria ainda nas braçadas iniciais, daí a dificuldad eem determinar quantos exemplares pertecemao mesmo proprietário. Não estão computados aqui os que vêm de “brinde” em iates transatlânticos. O Octopus, do americano Paul Allen, sócio da Microsoft, carrega dois submarinos com oito lugares. O Eclipse, o maior iate do mundo, do russo Roman Abramovich, dono do clube de futebol inglês Chelsea, conta com um modelo para duas pessoas.

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Só nos últimos trinta anos o submarino deixou de ter uso restrito a militares, sua vocação desde meados do século XVII. A partir da década de 1980, depois que a Guarda Costeira dos Estados Unidos estabeleceu regras de segurança, ele ganhou versões turísticas e particulares. Um dos pioneiros na onda privê foi o americano Bruce Jones, dono da U.S. Submarines, fundada em 1993. Ele trabalhou num submarino turístico e aproveitava as horas de folga para jantar a sós com a mulher no fundo do mar. “A experiência era tão boa que resolvi fabricar embarcações para poucos”, conta. A companhia tem projetos de até três lugares — e Jones não revela sua produção. Na linha do peixão Nautilus, capitaneado por Nemo no livro 20 000 Léguas Submarinas, de Júlio Verne, o estaleiro americano Innespace Productions vende submarinos em forma de golfinhos e baleias — no tamanho natural. Mais: eles têm navegação acrobática e reproduzem o movimento desses animais. Outros desenhos grandiosos querem conquistar os mares. A U.S. Submarines espera compradores para o Phoenix 1000, com 460 metros quadrados distribuídos em quatro andares, 65 metros de comprimento, espaço para um “filhote” e preço de 70 milhões de dólares, e para o Seattle 1000, que mede 36 metros. Ambos podem ter o interior personalizado, com espaços de lazer que os fazem parecer iates. “Ainda nos falta explorar 99% do mar, mas será natural, nos próximos anos, escolher o fundo do oceano para passar férias”, exagera Jones.

Malhação fina

Nas academias VIP de São Paulo, entrar em forma é o mínimo dos benefícios proporcionados no treino diário

Pista de corrida externa com 250 metros de extensão, camarote em dias de jogos de futebol no Morumbi, demaquilantes e chapinha no vestiário feminino, cantina com menu de comida japonesa, frutas à vontade, bicicletas com acesso a internet... Essas são algumas das gracinhas oferecidas aos frequentadores das academias de ginástica vips da cidade. Com mensalidades que podem atingir 800 reais, lugares como a Bodytech, no shopping Eldorado, a Reebok Cidade Jardim, a Companhia Athletica, a Bio Ritmo e a Sett Coaching suam para mimar os alunos e transformar a malhação num prazer tão grande quanto o de comer uma caixa de bombons Valrhona. VEJA SÃO PAULO LUXO investiga as regalias de cada um desses endereços da capital onde suar vale ouro.
Sala de bicicleta: capacidade para 60 alunos a cada aula
Academias

Espaço de 9 300 metros quadrados conta com parque aquático de quatro piscinas
Iluminação e decoração: motivação para os alunos passarem mais tempo na academia
Academias

Clima de balada e chuveiros sob luz relaxante 
Visual da Cia Athletica: vista panorâmica para o estádio do Morumbi
Academias
Atualizado em: 19.Dez.2012
Venda de ingressos e camarote VIP 
Iluminação natural e pé direito duplo: o ambiente fica mais agradável
Bufê de comidinhas balanceadas e DJ
Para manter o equilírio: equipamentos de pilates dividem espaço com os de musculação
SPA, frutas à vontade e menu de culinária japonesa 

A montanha mágica

Um spa com tratamentos exclusivos by Ivo Pitanguy, ao pé dos Alpes Suíços
Rosto e colo são massageados em movimentos firmes e sincronizados. Primeiro, é aplicado um esfoliante, para ativar a microcirculação e estimular a renovação celular e, na sequência, um creme de efeito calmante e textura aveludada. Do lado de fora cai uma neve branca e fininha, e o que se descortina são alguns dos mais lendários picos dos Alpes: o Matterhorn (que inspirou o formato do chocolate Toblerone) e o Mont Blanc. A 300 quilômetros de Zurique, na porção francesa da Suíça, o Spa Guarda Golf é o único do mundo onde o menu de tratamentos faz uma ode, exclusivamente, ao mais famoso cirurgião plástico brasileiro de todos os tempos — ali, em uma área de 600 metros quadrados, os produtos de beleza são da grife Beauty by Clinica Ivo Pitanguy.
A varanda do Hotel Guarda Golf: vista para os picos, sempre cobertos de branco
A varanda do Hotel Guarda Golf: vista para os picos, sempre cobertos de branco
 
(Foto: Divulgação)
Instalado dentro do hotel de mesmo nome, umc inco-estrelas de estilo alpino de 25 quartos, o spa tem localização estratégica: fica no coração de Crans-Montana, duas cidadezinhas contíguas que somam menos de 5 000 habitantes e se esparramam ao pé de uma estação de esqui com 140 quilômetrosde pistas. A região é conhecida por ter o ar mais puro da Suíça, com propriedades ditas curativas — não por acaso, a clínica La Prairie, famosa por seus tratamentos antienvelhecimento e cosméticos caríssimos, fica nas imediações, a cerca de 100 quilômetros. Mas a escolha foi também pessoal: a família Pitanguy frequenta a região há mais de quarenta anos e mantém residência por lá. “Conheci Crans-Montana ainda na adolescência”, diz Gisela Pitanguy, filha do médico e responsável pela linha de cosméticos.
A saga dos produtos de beleza assinados pelo papa da cirurgia plástica brasileira teve início no fim dos anos 90, ainda no Brasil, mas não decolou. Foi preciso que uma empresa internacional (a francesa C.P.I.) patenteasse as fórmulas para que os potinhos antienvelhecimento ganhassem o mundo — são hoje vendidos em mais de 250 pontos de países europeus, e também nos Estados Unidos, no Japão e na China, por preços que chegam a atingir mais de 700 reais (por ironia, ainda não estão disponíveis aqui). Criados com o objetivo de atuar na regeneração celular, os esfoliantes, séruns e cremes têm em sua composição ingredientes como extrato de urucum e centella asiática, planta com altas doses de colágeno concentradas. “Uma única aplicação já é capaz de mostrar ótimos resultados”, afirma a dermatologista francesa Catherine Bombal, responsável pelo desenvolvimento das fórmulas.
Produtos Beauty by Clinica Ivo Pitanguy: só no exterior
Produtos Beauty by Clinica Ivo Pitanguy: só no exterior
 
(Foto: Divulgação)
busca desses pequenos milagres, gente domundo inteiro peregrina rumo a Crans-Montana,onde as salas de tratamento do spa são cercadaspor uma piscina, sempre aquecida a 30 graus. Entreum tratamento e outro, é possível ver o tempopassar devagar na varanda com vista para os picos eternamente nevados. Do restaurante saem delícias que vão de fondues e raclettes a cremes de aspargos com trufas frescas. Para acompanhar, a adega está recheada de preciosidades. Garantia de que as rugas — pelo menos as de preocupação — vão desaparecer num piscar de olhos.
Hotel e Spa Guarda GolfRoute des Zirès, 14, ☎ 41 (27) 486-2000,hotelguardagolf.com. Diárias a partir de 650 francos suíços (1 405 reais) e tratamentos de 145 a 320 francos suíços (315 a 690 reais)

Woodbury, um outlet para os atletas do consumo.

Um dia inteiro de caminhada não é suficiente para dar conta de conhecer os 72.000 metros quadrados do local
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25.nov.2011 | Atualizada em 28.nov.2011 por Alvaro Leme (colaboraram Anna Carolina Oliveira, Bruna Gomes, Ricky Hiraoka e Sophia Braun)
Localizado na cidade de Central Valley, 80 quilômetros ao norte de Manhattan, o Woodbury oferece entre 25% e 65% de desconto. Tem a arquitetura típica dos subúrbios americanos, com vilas de compras ao ar livre.
Bolsa de couro matelassê da grife DKNY: US$ 345,00
Bolsa de couro matelassê da grife DKNY: US$ 345,00
 
(Foto: Mario Rodrigues)
Avisos no sistema de som e folhetos informativos em português são sinais da importância dos consumidores brasileiros para as 220 lojas do shopping. “Eles representam cerca de 60% do nosso movimento”, estima Christina Cohen, gerente da marca DKNY. “Uma cliente de São Paulo nos visita a cada três meses para renovar o guarda-roupa”, acrescenta a gerente Christie Scheels, da Roberto Cavalli. Considere-se que um vestido do estilista italiano custa um quinto do preço cobrado na loja brasileira, e é fácil concluir: a moça não é a única.
Clientes consultam painel com mapa do outlet: 220 lojas
Clientes consultam painel com mapa do outlet: 220 lojas
 
(Foto: Mario Rodrigues)
Por onde começar
Antes de pôr os pezinhos em qualquer loja, dê uma passada na Central de Informações. Fica numa torre com formato que lembra uma igrejinha. Lá são vendidos livretos com cupons de desconto (US$ 10 cada um) que tornam os preços ainda mais baixos. Munido de um deles na Puma, por exemplo, há um abatimento de US$ 15 em compras acima de US$ 75. Na Ralph Lauren Home, ele garante a redução de US$ 25 a cada US$ 250 gastos.
O que vestir
Nem cogite calçar outra coisa além de tênis, pois pode ter certeza de que você vai andar muito. Vá de camiseta básica, para facilitar experimentar peças (em alguns casos, por cima da roupa do corpo).
Quem não levar
Gente que não curte bater perna em shopping, seja seu marido, mãe ou vizinha. Crianças também devem ficar no hotel (ou em qualquer outro lugar): não há muita distração para elas, que além disso se cansariam rapidamente.
Quando ir
Prefira os dias de semana, principalmente até quarta-feira. Em geral, os estoques são repostos na segunda, razão que faz muita gente madrugar no pedaço na terça pela manhã em busca de mais variedade e numeração-padrão. Como se trata de uma ponta de estoque, nem sempre você vai encontrar aquela calça 40 ou camiseta tamanho M.
Disney: fantasias, bonecas, ursos de pelúcia e vários outros produtos da marca
Disney: fantasias, bonecas, ursos de pelúcia e vários outros produtos da marca
 
(Foto: Mario Rodrigues)
Princesas, fadas e heróis ao alcance do bolso
Apesar de não fazer frente à loja da Disney localizada na Times Square, em Manhattan, a filial do outlet dispõe de algumas boas opções de presentes para a criançada. É o caso, por exemplo, de um par de asas da fada Sininho para as meninas usarem nas costas (US$ 18,38) ou de uma descolada fantasia do Capitão América (US$ 44,50).
Onde comer
Funcionam no Woodbury quase vinte restaurantes, boa parte especializada em refeições rápidas. Combina com o local e com o estado de espírito de quem o frequenta quase ninguém vai a um outlet em busca de uma sofisticada experiência gastronômica, certo? No Applebee’s, um acompanhamento costuma fazer sucesso entre os clientes brasileiros: um potinho com arroz e feijão. Não chega a ser o prato que costumamos comer na casa da vovó, mas dá para o gasto e garante a energia para voltar à andança.
Lauren Knabbe, gerente da loja Diane von Furstenberg do Woodbury: “As clientes dizem que um vestido nosso custa quase US$ 2.000 em São Paulo. Aqui, elas pagam 300”
Lauren Knabbe, gerente da loja Diane von Furstenberg do Woodbury: “As clientes dizem que um vestido nosso custa quase US$ 2.000 em São Paulo. Aqui, elas pagam 300”
(Foto: Mario Rodrigues)
Onde achar as grifes
Caso seu objetivo seja aproveitar a alta concentração de marcas badaladas, seu passeio deve privilegiar o pedaço do Woodbury chamado de Grapevine. É, por assim dizer, a “vizinhança nobre” do lugar, onde se enfileiram Dior, Prada, Yves Saint Laurent, Balenciaga... Enfim, o sonho de consumo de quem ama grifes.
Vestidos de festa expostos no interior da loja Roberto Cavalli: de US$ 10.790,00, chegam a ser vendidos por US$ 3 021,00
Vestidos de festa expostos no interior da loja Roberto Cavalli: de US$ 10.790,00, chegam a ser vendidos por US$ 3 021,00
 
(Foto: Mario Rodrigues)
Cinquentinha da economia
Algumas lojas oferecem descontos de 10% (além, claro, dos já praticados) a pessoas com mais de 50 anos. Vale repetir: algumas lojas. A promoção vale somente às terças-feiras e é preciso apresentar um documento.
Se liga1
Não tente calcular quanto você gastou. Ao término das compras, faça a conta de quanto economizou.
Se liga2
Confira a previsão do tempo antes do passeio: o shopping é aberto e não dispõe de cobertura para dias de chuva.
Se liga3
A passagem de ônibus para o Woodbury custa US$ 42,00 por pessoa. Alugar um carro vale a pena se você estiver num grupo: sai por cerca de US$ 400,00 a diária.
VANTAGENS
■ Mix de lojas. Poucos outlets conseguem unir tantos nomes bacanas, de segmentos tão diversos, sejam eles produtos de luxo, da moda, sejam artigos para casa.
■ Preços convidativos. Descontos de até 65% são sempre bem-vindos, certo?
■ Acolhida calorosa a brasileiros. Há avisos em português no sistema de som local, além de folhetos e revistas em nosso idioma.
Mala Rimowa, modelo Salsa Air 26”: US$ 510,00
Mala Rimowa, modelo Salsa Air 26”: US$ 510,00
 
(Foto: Mario Rodrigues)
DESVANTAGENS
■ Arquitetura. O.K., o shopping é uma fofura com as casinhas a céu aberto. Mas isso complica o passeio nos dias de muito frio ou de calor intenso. Se chover, então...
■ Distância. Nem todo mundo curte encarar 80 quilômetros em busca de descontos.
■ Ausência de espaços para crianças. Um parquinho ou área recreativa cairia bem.
ENDEREÇO: 498 Red Apple Court Central Valley, NY. Tel.: (845) 928-4000. Horário: 10h/21h (seg. a dom.)
COMO CHEGAR: Carro — pegar New York State Thruway, sentido Harriman, saída 16.
Ônibus — a empresa Gray Line tem saídas a cada hora da rodoviária localizada no Port Authority. O bilhete custa US$ 42,00
Trem — pegar o West Hudson para a Estação Harriman. De lá, um táxi até o outlet. O bilhete custa US$ 1,60, e a corrida sai por cerca de US$ 10,0

Diamante raro pode alcançar valor recorde de US$60 mi


Colecionadores estão em busca de peças únicas no forte mercado internacional de joias, disse a Sotheby's



O "Estrela Cor-de-Rosa", de 59,6 quilates, é o diamante mais valioso a ser leiloado, informou a empresa, que mostrou a pedra oval com a parte superior de gradação rosa brilhante, em meio a um forte esquema de segurança em um hotel de luxo.
"É cheio de fogo e luz. Se for vendido, será um preço recorde para qualquer gema até hoje levada a leilão", afirmou David Bennett, presidente da divisão de joalheria da Sotheby's na Europa e Oriente Médio, falando à Reuters em Genebra, onde a pedra será a estrela do lote que irá a leilão em 13 de novembro.
O recorde atual é do "Graff Rosa", diamante de rosa intenso, de 24,78 quilates, comprado em um leilão em 2010 por Laurence Graff, joalheiro londrino conhecido como "O Rei dos Diamantes", por 45,44 milhões de francos suíços (45,75 milhões dólares da época).
O "Estrela Cor-de-rosa" foi cortado e polido de uma pedra de 132,5 quilates de diamante bruto extraída pela De Beers em algum lugar na África, em 1999, de acordo com a Sotheby's, que disse não ter informações sobre a origem geográfica exata.
A pedra, colocada sobre um anel, foi vendida pela primeira vez em 2007 e o atual dono permanece anônimo, informou a porta-voz da Sotheby's.

Vídeo conta a história do perfume Chanel Nº5


Grife francesa lança série que revela curiosidades sobre os produtos mais famosos



Coco Chanel foi uma mulher que entendeu as mulheres. Além de ter apostado nas calças retas, nos suéteres masculinos e na modelagem mais solta para libertar aquelas que estavam quase sufocadas em espartilhos do início do século XX — e assim mudar o guarda-roupa feminino para sempre —, a estilista criou a mais famosa fragrância para elas, Chanel Nº5, de aroma floral.
O perfume, um best-seller de vendas desde sua invenção, em 1921, até hoje, também é conhecido por suas campanhas, já estreladas por atrizes como Catherine Deneuve e Audrey Tautou. Depois de quase um século de rostos femininos, a grife francesa acaba de lançar o primeiro comercial protagonizado por um homem, o ator Brad Pitt. No filme, There You Are, de apenas 30 segundos, o ator fala sobre mudanças de expectativas conforme o passar do tempo — para então terminar dizendo que apenas o Chanel Nº continua atemporal.
Junto a este vídeo, a Chanel lançou também a série Inside Chanel (acima), que no primeiro capítulo conta a história do perfume. Nele, é possível saber, entre outras curiosidades, que o nome Chanel Nº5 vem do fato de a estilista ter aprovado apenas a quinta amostra apresentada a ela por Ernesto Beaux, o perfumista dos czares.
Os próximos capítulos, ainda sem datas de lançamento, irão contar outras histórias de famosos produtos da grife.

Lucrar é um luxo

12 grifes boas de venda da Louis Vuitton


Considerada um dos principais grupos de produtos de luxo do mundo, a francesa Louis Vuitton Moët Hennessy tem um portfólio extenso.
Além da marca que leva o próprio nome, Louis Vuitton, grifes como Marc Jacobs, Givenchy e Fendi fazem parte do vasto leque da companhia, que conta, também, com produtos de cosméticos, perfumes, joias, relógios e vinhos.


Apesar de a economia mundial aparentar sinais de fraqueza, ao que os números indicam, luxo é um setor sem crise. Um exemplo disso é própria Louis Vuitton, que registrou no primeiro semestre de 2013 a receita líquida de 13,7 bilhões de euros, um aumento de 8% em relação ao mesmo período de 2012.
Segundo o relatório do primeiro trimestre da empresa, o que motivou o bom desempenho em termos de números foi o setor roupas e acessórios, que apresentou o pomposo valor de 4,7 bilhões de euros em vendas.




No Brasil, o mercado de luxo quase triplicou nos últimos três anos, impulsionados, principalmente, por consumidores de cidades do interior, com 137.802 milionários no país.



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Extravagâncias de brasileiros

A nova moda entre os ricos brasileiros é fazer festas de arromba em Nova York que chegam a custar mais de R$ 4 milhões e duram vários dias.

Até mesmo em uma cidade como Nova York, famosa por seus excessos, alguns desses eventos podem parecer exagerados”. É assim que o jornal americano The New York Times define a mais nova mania entre os ricaços brasileiros: torrar fortunas em luxuosas festas no exterior que podem durar vários dias.

Para exemplificar seu espanto com os novos hábitos de consumo tupiniquins, o jornal cita o exemplo de uma festa infantil em Nova York que pode ter custado mais de US$ 30 mil (cerca de R$ 66 mil). O aniversário de três anos contou com reserva em uma sala privada do hotel de luxo Plaza Athénée, comemoração em uma famosa loja de doces e ainda ingressos para o musical "O Rei Leão", na Broadway.
Casamentos que chegam a custar mais de US$ 2 milhões (cerca de R$ 4,4 mi) também estão na lista, apontando que as viagens de compras já não são suficientes para os mais abastados.
A reportagem afirma que as festas em Nova York são agora um símbolo de status social para os “novos ricos” brasileiros, que pode ser comparado a bolsas Chanel ou aos caríssimos sapatos de sola vermelha Loubotin. 
"Eu nunca vi gastos nessa escala, e estou nesse ramo há 25 anos", disse ao NYT Sebastian Wurst, gerente do cinco estrelas Plaza Athénée. De acordo com o jornal, o “mantra” dos brasileiros é: “Por que ter apenas uma comemoração, se você pode ter três ou quatro?”.
Preço e violência
A reportagem também considera os altos preços no Brasil como um dos motivos para a procura. “A prática parece ser uma relativa barganha para os brasileiros, que vivem em um país de alta inflação”, afirma. "É mais barato vir a Nova York por um fim de semana do que passar uma semana no Norte do Brasil", justifica uma entrevistada.
Já Clarissa Rezende - organizadora de eventos que está montando site exclusivo para clientes que querem realizar festa no exterior - tem outra explicação. “O crime no Brasil está ficando pior", disse ao NYT. “As pessoas gostam de fazer as festas em Nova York porque podem usar suas joias e bolsas bacanas sem se preocupar".
O New York Times, no entanto, faz questão de destacar que ainda é muito pequena a parcela da população brasileira que possui recursos suficientes para tamanha extravagância.